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Ou os católicos reagem ou voltam para as catacumbas

Li no Reinaldo Azevedo o seguinte:

A organização do evento espalhou 170 cartazes em postes da Paulista em que 12 modelos masculinos aparecem quase pelados, em situações de claro apelo erótico, recomendando o uso de camisinha. Até aí, bem! Ocorre que eles aparecem caracterizados como santos católicos, a exemplo de São Sebastião e São João Batista. Junto com a imagem, a mensagem: “Nem Santo Te Protege” e “Use Camisinha”.

Passaram já 24 horas deste acontecimento e não presenciamos uma notinha sequer da CNBB ou de qualquer bispo de grandes dioceses protestando contra esta profanação da religião católica. Falar asneiras do Código Florestal fizeram, de coisa séria fugiram!

Chegou a hora de reagir. Ou alçamos nossa voz, mesmo aqueles que não são católicos praticantes são ofendidos com isso, e fazemos ouvir nosso protesto ou vamos sucumbir à ditadura gay.

Teremos nossos templos profanados e voltaremos a nos esconder nas catacumbas. Ao contrário dos romanos que exigiam que os cristãos adorassem os deuses a nova ditadura exigirá a adoração da sodomia.

Catacumbas para fugir dos gays

STF estuprou a Constituição

Ontem ao igualar as uniões homosexuais ao casamento (em breve teremos que chamar de antigo casamento) o Supremo Tribunal Federal tomou o poder do legislativo num autêntico golpe de estado branco.

Recomendo a leitura do texto de Reinaldo Azevedo: O casamento gay no Supremo. Ou: O dia em que o órgão genital virou um “plus”, um “bônus”, um “regalo”. Ou: O Supremo vai tomar o lugar do Congresso?

Agora, cabe perguntar: será que vale o artigo 142 da constituição? Poderiam as forças armadas prover: “garantia dos poderes constitucionais”?

G1 aderiu a causa gay e a lei da mordaça

Pela manhã escrevi sobre a ditadura gay promovida por alguns setores da sociedade e pela imprensa.

Parece que o portal G1 com uma matéria sobre uma passeata gay que infernizou o trânsito na Paulista e a batalha da Senatriz (ou será senadora) que quer aprovar o PLC 122 para meter a mordaça em todos que ousarem não aderir à adoração da causa gay, mostram o engajamento editorial em prol da causa.

A frase emblemática é de um dos “passeateiros”, Márcio Henrique, de 24 anos: “Diariamente as pessoas sofrem violência física e verbal. A piada mata tanto quanto a bala”

Ou seja, você pode contar piada de loira, de padre, de freira, de português, de gaúcho, mas nunca, never, jamais uma de gay.

Confesso que não gosto do estilo do Olavo de Carvalho, mas ele tem um texto genial sobre o assunto chamado: Prepotência Gay.

Sobre gays se beijando em cinemas

Gays se beijam no cinema e agente de segurança que os repreendeu perde o emprego.

Vejam a matéria do G1 abaixo, comento também abaixo.

Ditadura Gay

Matéria G1

Comento:

Já escrevi sobre o assunto aqui mais de uma vez. No entanto, sempre causa espanto ver o tamanho da dominação gay nas reportagens, atitudes e políticas públicas. Não vou descrever aqui, mas se um casal, normal digamos assim, estiver se agarrando no cinema, também será expulso. Além disso, o que os gays exigem não é apenas a compreensão com sua condição, mas sim a aceitação, admiração e até mesmo a emulação.