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Um tal de @betopadre resolve dar uma de herege e toma uma excomunhão na lata

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1010037 (Photo credit: El Bibliomata)

Há muito tempo não tinhamos no Brasil bispos com aquilo roxo como diria o famigerado Fernando Collor de Melo. Mas ontem o bispo de Bauru Dom Caetano Ferrari mostrou que é cabra homi.

Havia lá um padre que era conhecido no popular como Padre Beto, o Pe. (excomungado) Roberto Francisco Daniel que resolveu pregar uma religião distinta da Católica. Este padre foi chamado pelo bispo a se retratar das baboseiras que havia falado em contra da moral do catecismo.

O Pe. Beto pediu truco e o bispo colou o zap na testa dele usando o artigo 1364 do código de direito canônico que diz que que aquele que incorre em heresia pode ser excomungado. A excomunhão é a pena mais grave prevista no código de direito canônico.

Hoje o Pe. Beto postou no Facebook: “Eu me sinto honrado em pertencer à lista de muitas pessoas humanas que foram assassinadas e queimadas vivas por pensarem e buscarem o conhecimento. Agradeço à Diocese de Bauru.”

Ligando a tecla SAP, Corisco responde a ele, não Pe. Beto o senhor não é um Lutero, a sua teologia rasa de pires não serve nem para lamber as sandálias dos grandes hereges que pelo menos criavam heresias originais.

Ou os católicos reagem ou voltam para as catacumbas

Li no Reinaldo Azevedo o seguinte:

A organização do evento espalhou 170 cartazes em postes da Paulista em que 12 modelos masculinos aparecem quase pelados, em situações de claro apelo erótico, recomendando o uso de camisinha. Até aí, bem! Ocorre que eles aparecem caracterizados como santos católicos, a exemplo de São Sebastião e São João Batista. Junto com a imagem, a mensagem: “Nem Santo Te Protege” e “Use Camisinha”.

Passaram já 24 horas deste acontecimento e não presenciamos uma notinha sequer da CNBB ou de qualquer bispo de grandes dioceses protestando contra esta profanação da religião católica. Falar asneiras do Código Florestal fizeram, de coisa séria fugiram!

Chegou a hora de reagir. Ou alçamos nossa voz, mesmo aqueles que não são católicos praticantes são ofendidos com isso, e fazemos ouvir nosso protesto ou vamos sucumbir à ditadura gay.

Teremos nossos templos profanados e voltaremos a nos esconder nas catacumbas. Ao contrário dos romanos que exigiam que os cristãos adorassem os deuses a nova ditadura exigirá a adoração da sodomia.

Catacumbas para fugir dos gays

Reinaldo Azevedo derrapa. Determinismo gay não é fato

Eu sou um profundo admirador dos textos do Reinaldo Azevedo, leio-os todos os dias e na maior parte dos casos aprendo muito com o que leio ali. Hoje não foi assim.

O texto: Não! O material jamais tornará gay um hétero; mas há o risco de ambos ficarem mais burros, pouco importa o que façam com seu regalo contém algumas falácias que acredito que o articulista, que ousaria dizer é atualmente o melhor colunista do Brasil, deve ter incorrido por desconhecimento de alguns fatos.

A frase que vai abaixo precisa ser vista com cuidado:

Em suma, senhores pais. Seus pimpolhos e pimpolhas farão com o seu “regalo” — como diria Ayres Britto —, com o seu “bônus da natureza”, o que estavam destinados a fazer.

Reinaldo deixa transparecer em muitos textos sobre o assunto a crença de que há um determinismo no tema da orientação sexual. Tal crença é em grande parte um mito alimentado durante muitos anos pelo lobby gay que é extremamente poderoso. Não existe um gene gay, algo que faça com que um homem ou uma mulher desde o nascimento sintam atração sexual por pessoas do seu sexo, nunca foi comprovada tal teoria. Desta forma a configuração de uma pessoa em gay ou normal vem do seu fenótipo, ou seja, da bagagem de vida e das decisões que este homem ou esta mulher tomou.

É importante lembrar que antes do DSM-IIIR, o homesexualismo era uma doença psiquiátrica passível de tratamento. Há vários relatos de pessoas que deixaram o homosexualismo e levaram vidas matrimoniais normais após uma terapia adequada.

Remover o status de doença de determinada condição por conta de um lobby é algo extremamente perigoso para o ser humano. Um movimento similar começa a nascer entre os autistas que tem uma capacidade funcional elevada (em especial as pessoas que sofrem da síndrome de Asperger) que se referem aos não autistas como neurotípicos como se a condição deles fosse apenas um modo de ser neurológico.

Ao remover uma condição do rol de doenças, as pesquisas buscando o seu tratamento cessam por falta de recursos, as pessoas que gostariam de ser tratadas não conseguem quem lhes atenda.

Não é preciso uma imaginação aguçada para ver o caos em que se meteria a civilização se fosse retirando doenças por pressões de grupos de interesse.

Duvido que Reinaldo leia este texto, e caso o faça, espero que o veja como uma crítica de alguém que o admira mas que vê que ele precisa aprimorar os argumentos neste campo.

STF estuprou a Constituição

Ontem ao igualar as uniões homosexuais ao casamento (em breve teremos que chamar de antigo casamento) o Supremo Tribunal Federal tomou o poder do legislativo num autêntico golpe de estado branco.

Recomendo a leitura do texto de Reinaldo Azevedo: O casamento gay no Supremo. Ou: O dia em que o órgão genital virou um “plus”, um “bônus”, um “regalo”. Ou: O Supremo vai tomar o lugar do Congresso?

Agora, cabe perguntar: será que vale o artigo 142 da constituição? Poderiam as forças armadas prover: “garantia dos poderes constitucionais”?

G1 aderiu a causa gay e a lei da mordaça

Pela manhã escrevi sobre a ditadura gay promovida por alguns setores da sociedade e pela imprensa.

Parece que o portal G1 com uma matéria sobre uma passeata gay que infernizou o trânsito na Paulista e a batalha da Senatriz (ou será senadora) que quer aprovar o PLC 122 para meter a mordaça em todos que ousarem não aderir à adoração da causa gay, mostram o engajamento editorial em prol da causa.

A frase emblemática é de um dos “passeateiros”, Márcio Henrique, de 24 anos: “Diariamente as pessoas sofrem violência física e verbal. A piada mata tanto quanto a bala”

Ou seja, você pode contar piada de loira, de padre, de freira, de português, de gaúcho, mas nunca, never, jamais uma de gay.

Confesso que não gosto do estilo do Olavo de Carvalho, mas ele tem um texto genial sobre o assunto chamado: Prepotência Gay.

Sobre gays se beijando em cinemas

Gays se beijam no cinema e agente de segurança que os repreendeu perde o emprego.

Vejam a matéria do G1 abaixo, comento também abaixo.

Ditadura Gay

Matéria G1

Comento:

Já escrevi sobre o assunto aqui mais de uma vez. No entanto, sempre causa espanto ver o tamanho da dominação gay nas reportagens, atitudes e políticas públicas. Não vou descrever aqui, mas se um casal, normal digamos assim, estiver se agarrando no cinema, também será expulso. Além disso, o que os gays exigem não é apenas a compreensão com sua condição, mas sim a aceitação, admiração e até mesmo a emulação.