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Dilma e o arsenal do VAR-Palmares ou Osama Bin Laden também não deu tiros nos EUA

Creio que se estas informações que vão aparecendo tivessem sido divulgadas durante as eleições, dificilmente a “camarada de armas”, como disse José Dirceu, Dilma Rousseff teria sido eleita presidente da república.

O termo “camarada de armas” vem a calhar para comentar a matéria da Folha de São Paulo: “Dilma tinha código de acesso de arsenal usado por guerrilha

A presidente eleita, Dilma Rousseff, zelava, junto com outros dois militantes, pelo arsenal da VAR-Palmares, organização que combateu a ditadura militar (1964-1985).

Entre os armamentos, havia 58 fuzis Mauser, 4 metralhadoras Ina, 2 revólveres, 3 carabinas, 3 latas de pólvora, 10 bombas de efeito moral, 100 gramas de clorofórmio, 1 rojão de fabricação caseira, 4 latas de “dinamite granulada” e 30 frascos com substâncias para “confecção de matérias explosivas“, como ácido nítrico. Além de caixas com centenas de munições.

prestem atenção neste trecho abaixo:

Quarenta anos depois, Sousa confirmou à Folha o que havia dito aos policiais –e deu mais detalhes.

Dilma já havia admitido, em entrevista à Folha em fevereiro, que na juventude fez treinamento com armas de fogo. O documento do STM, porém, é a primeira peça que a vincula diretamente à ação armada durante a ditadura.

Procurada pela Folha, a presidente eleita não quis falar sobre o assunto.

O armamento foi roubado do 10º Batalhão da Força Pública do Estado de São Paulo em São Caetano do Sul (SP), de acordo com o DOPS (Departamento de Ordem Política e Social).
A ação ocorreu em junho de 1969, mês em que as organizações VPR e Colina se fundiram na VAR-Palmares.

mais um trecho que deve ser lido com vagar

Sousa participou de operações armadas, como assaltos a bancos e mercados. “Informava todas as ações para Dilma com três dias de antecedência“, declarou.

Com a “dinamite granulada”, por exemplo, ele afirma ter feito bombas com canos de água “cortados no tamanho de quatro polegadas, com pregos dentro”.

Quando 18 militares à paisana cercaram seu “aparelho”, Sousa os recebeu com rajadas de metralhadoras e com as bombas caseiras. Um militar ficou ferido.

Os agentes conseguiram uma trégua após duas horas de intenso tiroteio.

Sousa diz que, meses depois, Dilma contou a ele que, quando ele não apareceu nos encontros previstos, ela usou o código para pegar o arsenal: Dilma e Melo encontraram a casa perfurada de balas e a rua semelhante a uma trincheira de guerra, com enormes buracos.

O depoimento registra 13 bombas jogadas contra os militares. Com um vizinho, Dilma e Melo descobriram que o companheiro esquerdista havia sido levado vivo pela repressão.

E com isto ela foi eleita presidente da república. Porque não tivemos direito de saber disto antes da eleição. Será que ela teria vencido José Serra com estas informações tornadas públicas?

Ah, Corisco, mas houve a anistia. Eu sei disso, mas alguém elegeria o Coronel Ustra para presidente do Brasil? Alguém elegeria o General Nilton Cerqueira presidente? Se um dos representantes do regime militar se apresentasse como candidato, mesmo com anistia seria acusado de torturador, de repressor e outros adjetivos similares. Porque não podemos chamar Dilma Vana Rousseff de terrorista?

A verdadeira fraude eleitoral foi omitir do público esta informação quando ela era relevante. Foi um procedimento que lança mais uma mancha de suspeita no processo eleitoral e que a oposição deveria estar brandindo ao invés de colocar o rabo entre as pernas.

A luta do grupo terrorista que a atual presidente do Brasil participou visava implantar a ditadura comunista no Brasil, não venham com este papo que ela lutava pela liberdade. Será que alguém da oposição tem coragem de sustentar estas teses ou vamos ter que construir do zero um partido de oposição?

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Dilma, guerrilha, terrorismo e a imprensa estrangeira

A imprensa estrangeira não vai pegar leve com Dilma e já mostrou nas primeiras horas a que veio. Dois exemplos abaixo. Lá fora não há romantismo com estas coisas do passado

Dia de tirar o processo de Dilma do armário: confira os detalhes

Já foi noticiado pelo Coturno Noturno hoje que retoma-se o julgamento do processo de abertura dos arquivos público (soa estranho mas é isso mesmo).

Aqui vão uns detalhes para ajudar vocês a fazerem a devida pressão para que se faça justiça (Uma historinha para ilustrar)

Dados do processo:

082 Mandado de Segurança
Nº: 0000141-80.2010.7.00.0000 (clica que abre o processo)
Relator: Ministro MARCOS MARTINS TORRES
Adv(s): CAROLINA ARID ROSA BRANDÃO, CHARLENE MIWA NAGAE, DIEGO VEGA POSSEBON DA SILVA, GABRIELA SALOMÃO CANTON, IGOR RAMOS SILVA, JAIME MAGALHÃES MACHADO JÚNIOR, JORGINA SILVIA VIANA GUIMARÃES, MAYARA BERNARDO ZANINI, MÔNICA FILGUEIRAS DA SILVA GALVÃO, RAFAEL VALENTE LATORRE, RENATO SPOLIDORO ROLIM ROSA, TAÍS BORJA GASPARIAN, VIRGINIA VERIDIANA BARBOSA GARCIA
Em mesa: 01/10/2010 – 14:55:41
Sobrestado na 78ª Sessão, em 19/10/2010

 

Dados dos Juízes:

PRESIDENTE

VICE-PRESIDENTE

MINISTROS MILITARES DA MARINHA

MINISTROS MILITARES DO EXÉRCITO

MINISTROS MILITARES DA AERONÁUTICA

MINISTROS TOGADOS

Bom, quem puder mandar e-mails sempre ajuda.